CHEGA DE TRABALHAR FEITO UM ROBÔ.É HORA DE TER UM.
Uma nova fonte de renda para voltar a fazer planos. Contas em dia, mais tranquilidade e a chance de cuidar melhor da família.
Sua própria estrutura de vendas automáticas, com o robô LED trabalhando 24 horas por dia, mesmo quando você está longe do celular.
Não bate ponto. Não pede aumento. Não recebe salário.
“ISSO FUNCIONA MESMO?”
Eu poderia tentar te convencer. Mas prefiro que você ouça quem já colocou o LED em prática.
Experiências individuais. Resultados dependem da aplicação de cada pessoa.
EU NÃO TINHA DINHEIRO NEM PRA UM CHINELO.


HOJE VOCÊ VÊ O RESULTADO. MAS NÃO VIU POR ONDE TUDO COMEÇOU.
Consegui morar em Alphaville, estive ao lado de Pablo Marçal e participei do Legendários. Mas antes disso eu não tinha dinheiro nem para comprar um chinelo.
Se você também trabalha, faz contas e sonha com uma vida mais tranquila para quem ama, talvez se reconheça no começo da minha história.

AOS 17 ANOS, EU E A ABIGAIL COMEÇAMOS NUMA CASA EMPRESTADA.
Foi no interior do Ceará. A casa era de um tio dela. A gente tinha acabado de começar a vida juntos e eu ainda não entendia muita coisa. Lembro que, com os primeiros R$ 100, compramos bolacha recheada e Danone em vez do arroz e feijão que realmente precisávamos.
O dinheiro acabou. E a vida continuou. Tudo o que a gente queria era ter nossa própria casa, conseguir pagar as contas e construir uma família com segurança.
MEU CHINELO QUEBROU. EU NÃO TINHA R$ 11 PARA COMPRAR OUTRO.
Não foi uma conta grande que me fez sentir a falta de dinheiro. Foi um chinelo. O meu quebrou, e eu não tinha R$ 11 para comprar um novo. Quem comprou foi o avô da Abigail.
Eu guardo essa lembrança até hoje. Você sabe o que é querer dar uma vida melhor à pessoa que está ao seu lado e não conseguir resolver nem uma coisa tão simples? Era assim que eu me sentia.

DEBAIXO DO SOL DO CEARÁ, EU NÃO PARAVA DE OLHAR A HORA.
Um tio da Abigail conseguiu um trabalho para mim. Era limpar mato ao redor dos pés de feijão, com uma enxada na mão, debaixo daquele sol quente do interior.
A cada poucos minutos eu queria saber quanto faltava para terminar. Aguentei três dias. Eu precisava de dinheiro, mas sabia que também precisava encontrar outro caminho para a nossa vida.
O FOGÃO FICAVA NO BANHEIRO. FOI ALI QUE COMEÇAMOS A VENDER COXINHAS.
Nossa casa emprestada nem cozinha tinha. Colocamos o fogão no banheiro, aprendemos a fazer coxinhas e saímos para vender. Também fizemos suco, pastel, tapioca e doces.
A gente ia de porta em porta. Cada venda importava. Porque, quando você está tentando construir uma casa e uma família, não existe venda pequena. Existe o que ajuda a colocar comida na mesa naquele dia.
FIZ UM CURSO PROMETENDO EMPREGO. O EMPREGO NÃO VEIO.
Fiz um curso de operador de máquinas porque falaram que sairia dali empregado. Para mim aquilo parecia a oportunidade de finalmente ter uma renda certa.
Só que a vaga prometida não apareceu. Eu continuava sem emprego e com a mesma responsabilidade: cuidar da Abigail e construir um futuro para a nossa família. Foi quando comecei a procurar outra saída na internet.
EU APRENDIA A FAZER DE TUDO. SÓ NÃO VIA DINHEIRO NO BOLSO.
Comprei cursos, aprendi a criar sites, editar imagens e vídeos, escrever textos de vendas e fazer anúncios. Eu estudava, montava tudo e testava. Quando colocava dinheiro em anúncios, muitas vezes perdia o investimento.
Talvez você já tenha vivido isso: passa horas aprendendo, tenta fazer o que ensinaram e, no fim, olha para as contas e pensa: o que ainda está faltando? Eu pensava a mesma coisa.
AS VENDAS COMEÇARAM. MAS O TRABALHO TOMOU CONTA DA NOSSA VIDA.
Depois de tentativas e bloqueios, encontrei uma forma de vender online. Os pedidos começaram a chegar. Era o resultado que eu tanto havia procurado. Só que, junto com eles, vieram atendimentos, entregas, mensagens e mais tarefas.
Cheguei a ter cinco funcionários. A Abigail também ajudava a coordenar tudo. Mesmo assim, não dávamos conta. Eu tinha conseguido vender, mas continuava preso a um trabalho que não acabava.
EU NÃO PRECISAVA CONTRATAR SEM PARAR. PRECISAVA MUDAR QUEM FAZIA O TRABALHO.
Eu olhava para a operação e via quantas tarefas eram repetidas dia após dia. E me perguntava: por que tudo isso precisa depender de pessoas fazendo a mesma coisa toda hora?
Foi dessa necessidade que comecei a desenvolver a automação que daria origem ao robô LED. Não nasceu de uma aula bonita. Nasceu porque eu precisava que a operação funcionasse sem consumir todo o nosso tempo.

UM DIA, EU CONSEGUI DAR UMA CASA PARA MINHA MÃE.
Eu e a Abigail construímos nossa casa. Também consegui dar uma casa para a minha mãe. E, nesse momento, eu lembrei de quando era menino e precisava trabalhar cedo, fazendo entregas de bicicleta para ganhar meus primeiros trocados.
Minha mãe criou a mim e à minha irmã. Ela trabalhava como faxineira, mesmo sendo cega de um olho e enxergando muito pouco do outro. Ela lutava para cuidar de nós. Poder fazer algo por ela teve um significado que nenhuma foto consegue explicar.

MESMO DEPOIS DE TANTA CONQUISTA, A VIDA AINDA ME PEDIU CORAGEM.
Eu e a Abigail deixamos muita coisa para trás e fomos para São Paulo com nossos filhos. Foi outro recomeço. Houve dias em que o aperto voltou. Meu filho chegou a dizer que queria a casa antiga, onde tinha fruta para comer. Ali, às vezes, era cuscuz o que a gente tinha.
Foi uma lembrança difícil: depois de tudo que havíamos conquistado, a família continuava sendo o motivo de cada decisão. A vida não se transforma em linha reta.

Fotos e vídeos específicos com Pablo Marçal e no Legendários ainda serão inseridos aqui.
HOJE, OLHO PARA TRÁS E VEJO O QUANTO A NOSSA VIDA MUDOU.
Daquela casa emprestada, cheguei a morar em Alphaville, viver experiências ao lado de Pablo Marçal e participar do Legendários. Mas minha maior conquista não é um endereço. É olhar para a Abigail, nossos filhos e minha mãe e saber por que comecei.
E a história já não é só minha. O LED tem depoimentos reais de pessoas que o colocaram em prática. Você viu os vídeos aqui na página. Não estou dizendo que todo mundo terá a mesma trajetória. Estou contando o que me trouxe até aqui.
Fotos reais do acervo pessoal. Algumas cenas são representadas por textos ilustrativos quando não há registro da época. Experiências e resultados são individuais.
O MÊS TERMINA.
OS PLANOS FICAM PRA DEPOIS.
Sair do aluguel. Terminar sua casa. Limpar o nome. Talvez o seu sonho seja um desses. Ou poder ajudar sua mãe, dar mais tranquilidade aos filhos e parar de fazer conta antes de qualquer plano.
Você pensa em ganhar dinheiro pela internet, mas as perguntas vêm juntas: “Nunca vendi nada. Por onde começo?” E se já comprou cursos que não deram resultado, vem outra: “E se eu gastar de novo e não conseguir?”
Eu conheço esse medo. Também fiz cursos, tentei, errei e perdi dinheiro. Quando finalmente comecei a vender, descobri uma coisa: os pedidos aumentavam, mas o tempo com a Abigail e nossos filhos diminuía.
De que adiantava vender mais se eu continuava sem tempo para quem eu mais amava?
CINCO FUNCIONÁRIOS.
E EU PRECISANDO DE UM ROBÔ.
Eu e a Abigail queríamos tempo para a nossa família. Mas os pedidos, as mensagens e as tarefas não paravam. Mesmo com cinco funcionários, o dia não dava. Foi quando pensei: e se um robô pudesse fazer o trabalho que se repete todo santo dia?
Eu tinha conseguido vender. Só não conseguia parar de trabalhar.
O que se repete na operação pode ser automatizado. O que exige decisão continua comigo.
COMEÇA COM ORIENTAÇÃO.
Você prepara a estrutura de vendas seguindo o passo a passo, mesmo que hoje não saiba por onde começar.
ASSUME O QUE SE REPETE.
Depois de configurado, automatiza tarefas da operação de vendas, até quando você está longe do celular.
SEGUE NO CONTROLE.
Você acompanha o funcionamento e faz os ajustes necessários. O robô não decide tudo por você.
O LED precisa ser configurado e acompanhado. Automatizar tarefas não é garantia de vendas ou renda.
EU LI O QUE VOCÊS ESCREVERAM.
E ME LEMBREI DE ONDE VIM.
“COMPRAR MINHA CASA.”
“NUNCA VENDI.”
“NÃO SEI POR ONDE COMEÇAR.”
Frases reais das respostas enviadas ao LED.
Quando vi essas respostas, lembrei de mim e da Abigail começando a vida numa casa emprestada. A gente não queria luxo. Queria pagar as contas, ter o nosso canto e cuidar da nossa família.
Também vi pessoas que já tentaram ganhar dinheiro pela internet, compraram cursos e ficaram com medo de errar outra vez. Eu conheço essa sensação. Foram muitas tentativas até encontrar meu caminho.
Por isso decidi dividir o LED. Porque a solução que precisei criar para tirar tanto trabalho das minhas mãos também pode ser uma possibilidade para quem ainda está procurando por onde começar.
Mas posso te mostrar o que construí e por que decidi colocar isso ao alcance de outras pessoas.
